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7 Aprendizados Que Trouxemos do RD Summit 2018

Estivemos no RD Summit 2018 e voltamos cheios de gás para os planejamentos de 2019. Listamos sete dos principais aprendizados desta edição. Dá uma olhadinha.
 
- Chatboots 

1. Inteligência artificial não é futuro, é presente

Estamos carecas de saber que todo o conteúdo que consumimos nos foi direcionado através de uma tecnologia que entrega o que desejamos consumir. Mas a inteligência artificial vai além de repetir um padrão de programação. Ela automatiza processos — tudo o que puder ser automatizado será. Dessa forma, o que nos cabe neste momento é entender como fazer uso correto disso tudo. Segundo Martha Gabriel, até 2060 um robô será capaz de fazer tudo o que um humano faz hoje em dia. Mas, então, como vamos nos adaptar a um mundo em que as máquinas executarão nossas atividades e competirão por nossos empregos? 
A resposta é: usando aquilo que só nós temos, como empatia, ética e emoção. 
Nesse novo mundo a gente não oferta mais produtos e serviços, mas atuamos como designers das experiências, dando para as ações o tom certo que só nós conhecemos.
 

2. Não adianta uma produção de vídeos incrível se o Youtube é um depósito abandonado

Isso não era novidade, mas é sempre bom relembrar, visto que os índices de consumo de vídeos online só aumentam. Nada mais normal do que produzir audiovisuais, investir rios em mídia e esquecer que tão ou mais importante do que o conteúdo gerado é garantir que ele vai ser encontrado por quem precisa. O Youtube, como site de buscas, também precisa de todo o carinho que só um especialista em SEO é capaz de fornecer. Palavras-chaves utilizadas adequadamente, descrições que guiem quem se interessa pelo material e títulos que respondam perguntas são algumas dicas pra otimizar tudo o que está lá. Fica aquele lembrete para os planejamentos de 2019.
 

3.  Marketing e vendas unidos jamais serão vencidos

Uma empresa não sobrevive apenas de automações de marketing. Ela precisa dos fechamentos. Ao mesmo tempo, como sobreviver em um mundo em que o primeiro contato do consumidor acontece através dos canais digitais (alimentados pelo marketing)? É preciso unir forças. É preciso que os processos se integrem, de uma vez por todas.
Nós, como agência, entendemos cada vez mais nosso comprometimento com os resultados. Não se vive mais em um mundo em que o awarness é priorizado. As empresas querem números, retorno do investimento realizado e, de preferência, bem palpável. A partir daí é que surge a necessidade da contratação de CRMs (problema agora resolvido pelo RD que lançou a própria versão) e de funis de vendas efetivos em que se conheçam as necessidades do consumidor e se entendam em que momentos é papel do marketing aquecer o contato e quando ele passa a ser uma oportunidade para o comercial.
 
O que a gente percebeu nisso tudo é que ainda falta muita comunicação nas empresas e que agora, mais do que nunca, os times precisam se integrar. Um lead bem atendido é o segredo dos altos índices de conversão.

4. SEO é legal, mas o conteúdo tem que ser bom

Os algoritmos de busca do Google estão sempre mudando. Recentemente começaram a tirar acessos de sites que tinham conteúdo mas não reputação. Como assim? Aparentemente, a mágica da matemática que envolvia a maior parte das otimizações do SEO vem dando espaço para uma série de cuidados como: quem é o autor do conteúdo? Ele é uma autoridade no assunto em questão? As pessoas o entendem como um especialista? Recomendam a empresa em outros sites? 
 
Achamos isso o máximo! Uma marca precisa de propósito, ser especialista naquilo que faz e, consequentemente, naquilo que comunica. Mais legal do que ser o primeiro no ranking de busca é ser o terceiro e as pessoas quererem ler o seu conteúdo mesmo assim. <3
 

5. O Brasil está tão traumatizado com marketing de referência que esqueceu que é incrível

Indique um amigo e você vai ganhar um desconto em sua próxima mensalidade. Quem nunca foi impactado com uma campanha de marketing de referência que atire a primeira pedra. O problema é que dinâmicas complexas, prêmios ruins e “vendedores” que atormentam os amigos acabaram traumatizando as empresas que esqueceram como uma recomendação é muito mais valiosa que qualquer propaganda. 
Está na hora de acordar e planejar formas de engajar os amigos dos amigos, de conseguir recomendações e beneficiar toda a cadeia, de melhorar os números sem precisar investir uma supergrana em uma captação de topo de funil de uma pessoa desconhecida.

6. Influenciadores — todo o cuidado é pouco

Parece fácil: mandar um produtinho pra uma youtuber da região e torcer pra que ela poste uma recomendação. Era assim que se fazia antigamente. É evidente que o trabalho dos digital influencers está mais profissional e que, cada vez mais, o povo está antenado no que é publicidade e o que é recomendação legítima.
Um influenciador é um produtor de conteúdo. Sua audiência é quem você deseja como consumidor de sua marca? Esse influenciador tem a ver com seu negócio? Ele é do bem? Está alinhado com seus propósitos? Suas recomendações têm relevância para o público dele? Já se meteu previamente em polêmicas virtuais? Emitiu opiniões que estão desalinhadas com os valores de sua marca?
Uma estratégia de impulsionamento de negócios através de influenciadores pode ser uma grande vitória ou uma verdadeira cilada.
 

7. Remarketing só funciona se for inteligente

Quem aí está cansado de ser perseguido por anúncios de passagens aéreas? Ou pior: por anúncios daquele fogão que você comprou na semana passada. A gente também odeia. Mas essas são estratégias de remarketing mal operacionalizadas.
Reimpactar alguém que abandonou um carrinho oferecendo um desconto é uma ótima para chamar esse comprador de volta. Assim como oferecer um conjunto de capinha e película pra quem comprou um celular também.
O segredo não é o reimpacto mas a nova oportunidade criada para aquele potencial consumidor. 
 
O RD Summit é sempre cheio de inspiração, mas achamos essas as mais bacanas de compartilhar com vocês.
 
Escrito por: Marina Barros
Postado em 21/11/2018 -

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